Masque of Innocence
METAL
Lisboa, PORTUGAL
Elementos:
Marco Nogueira - Voz Masculina
Rui Martins - Guitarra Eléctrica, Guitarra Clássica
Rui Lima - Guitarra Eléctrica, Guitarra Clássica
Carlão - Baixo
Hélio Freitas - Bateria
Sub-Estilos: Death Metal, Black Metal
Influências: Cradle of Filth, Dark Tranquility, Dimmu Borgir, Hypocrisy, My Dying Bride, Nevermore...
Homepage: http://masque.com.sapo.pt
Masque of Innocence surgiu em Abril de 1997, fundada pelo baterista Rui Brito e pelo baixista Vasco Gonçalves. A banda começou como um quinteto, sendo que apenas no final desse ano a formação ficou completa com a chegada do guitarrista Paulo Batista.
Em Abril de 1998, um ano após ter iniciado a sua actividade, a banda actuou ao vivo pela primeira vez no Marquês Rock Club em Lisboa e passados dois meses deu dois concertos no Porto. Em Setembro, o baixista Vasco Gonçalves abandonou a banda devido a certas divergências musicais e pessoais, tendo este lugar ficado vago durante um longo período de tempo.
Este foi um ano favorável para a banda. Em abril, entrou em estúdio para gravar o MCD intitulado "Take 0", que foi lançado apenas em Setembro. Também em Setembro, a banda convidou o baixista José Costa (Sacred Sin) para ocupar o lugar deixado vago por Vasco Gonçalves. Apresentando desta forma uma formação estável, a banda iniciou uma série de concertos de promoção do MCD "Take 0", participando na digressão Ibérica dos Irlandeses Primordial e actuando ao lado de diversas bandas Portuguesas (Dark Tales, Divine Lust, Lvpercalia, Sacred Sin, Te Deum...).
Apís o lançamento do MCD "Take 0" e de um momento bastante positivo, nada fazia prever o interregno de praticamente três anos que se veio a verificar. A banda atravessou um longo período de inactividade, tendo actuado ao vivo apenas três vezes em Março de 2000.
Aconteceram várias mudanÇas de formação, sendo que em 2002 se deu a entrada do vocalista Marco Nogueira e em 2003 do guitarrista Rui Martins.
A banda começou então a trabalhar novos temas apresentando uma formação renovada e uma diferente concepção musical.
Depois destes anos de "hibernação" a banda voltou novamente aos palcos no dia 27 de Março de 2004, actuando no VI ContrabandIST já como um quinteto, pois o teclista Hugo Lopes foi obrigado a abandonar, no únicio desse ano, devido a questões pessoais. Este regresso deixou de uma vez por todas patente o rumo que o colectivo desejava seguir, tendo-se registado mais uma alteração no line-up causada por certas divergências musicais ainda existentes. O equilíbrio foi conseguido com a entrada do baixista Carlão e com duas novas actuações ao vivo, uma em Julho e outra em Setembro.
Eis o virar de página na vida de Masque of Innocence.
Após mais algumas actuações, um novo momento importante e de certa forma perspectivado: os elementos fundadores Rui Brito e Paulo Batista são forçados a abandonar devido a questões profissionais.
Entretanto, com as entradas de Hélio Freitas e de Rui Lima, o line-up foi completado da seguinte forma:
Marco Nogueira (voz), Rui Martins (guitarra), Rui Lima (guitarra), Carlão (baixo) e Hélio Freitas (bateria).
Presentemente, a banda encontra-se a ultimar os preparativos para a gravação de um novo trabalho, sendo que alguns dos temas que irão constar desse registo foram já apresentados ao vivo.
Discografia
Take 0 (MCD - 1999)
In Palco Principal: http://palcoprincipal.clix.pt/masqueofinnocence
Critica à demo "Take 0" pela Aphrodite Zine:
"Masque of Innocence (Por) - Take 0
Demo '99
5 temas - 23 minutos
Capa a p/b prof + letras
Classificação - 7
Esta é uma jovem banda da Amadora, fundada em meados de 1997! "Take 0" é a demo de estreia e mostra-nos um som próximo do doom/gótico, com o uso de teclados e de uma voz feminina. Apesar de não ser um som muito original, gostei das 4 músicas (mais a introdução, que está excelente), especialmente dos teclados e de alguns momentos melódicos bem conseguidos. Destaque ainda para a voz masculina, que está porreira, fazendo lembrar o Ernesto dos Heavenwood. Boa estreia, a demo vale 900$ (CD) ou 400$ (K7).
Marco Amaral"