«Nostradamus» parece um único tema épico, variado mas com uma gritante falta de peso. (NR: não é nenhuma piada a Rob Halford). < 76 / 100 >
Composto por 5 temas, é nas faixas que fecham este trabalho que o quarteto (se excluirmos o baixo de sessão) melhor explora as suas sonoridades envoltas em orgulho nacionalista, sentimento profano e ritual guerreiro, enquanto passagens mais cadenciadas exponenciam uma faceta mais Folk/Doom. < 64 / 100 >
Temas como «Cornocópia Regia» ou «Apsinthion Thirst» fazem-nos sentir a força dos elementos tradicionais e místicos que a banda desde sempre se preocupou em incutir no seu som. < 77 / 100 >
Graças a uma produção menos polida mas ainda assim perfeitamente clara e elaborada, ao 4º trabalho, continuamos perante mais uma descarga de riffs Death / Thrash que fluem através de uma base predominantemente Black Metal de contornos melódicos. < 81 / 100 >
Em linha com o que já tinham feito em 2006 mas através de composições mais refinadas, «The Eternal Plague» presta vassalagem ao passado dos Requiem Laus, não se movendo muito além do enraizado Death Metal com laivos Black / Doom. < 74 / 100 >
Para explanar na plenitude toda a reconhecida faceta Rock / Metal, agora um pouco mais acutilante mas mantendo a característica melodia que brota das linhas de guitarra, o trio recorre aos préstimos de Daniel Cardoso na bateria, criando ainda outros focos de interesse com a participação pontual de músicos como Jeff Waters, Gus G. ou Tijs Vanneste. < 88 / 100 >
Não fugindo muito da sonoridade a que a banda já nos habituou, as composições são rasgadas pela voz inconfundível de Schmier e pelos lancinantes riffs de Mike Sifringer que vão mantendo a chancela Destruction embora algumas incursões numa direcção mais progressiva e técnica lhes retire um pouco da energia crua e letal de outros tempos. ... < 72 / 100 >
Neste trabalho solitário com uma indisfarçável veneração satânica, um apelo suicida como que nos agarra, até que subitamente nos deixa com uma incrível sensação de alívio, assim que se restabelece o silêncio e a luz regressa de novo à nossa companhia. < 74 / 100 >
«Death Magnetic» é um Bom disco de metal, orientado para as guitarras, repleto de grandes riffs e onde as mudanças de ritmo e tempo são uma constante. James apresenta-se em boa forma mas é Kirk que brilha ao longo de todo o trabalho, Trujillo poderá demonstrar mais livremente todo o seu potencial nos concertos, enquanto que a bateria soa novamente mal. < 84 / 100 >