Infelizmente o restante não revela também muita identidade, ficando-nos a nítida sensação de que nada de muito memorável aconteceu, embora a qualidade de cada componente seja mais do que evidente. < 76 / 100 >
... o quinteto australiano vai-nos entregando ao longo de 15 temas muito daquilo que sempre soube fazer em riffs repletos de swing, coros facilmente arrebatadores, um sentimento bluesy espalhado por todo o disco... < 81 / 100 >
Com novo baterista, Martin Škaroupka que faz aqui um trabalho soberbo, «Godspeed on the Devil’s Thunder» regressa à formula evidenciada em álbuns como «Midian» ou «Cruelty and the Beast», com a ajuda de temas memoráveis e onde a velocidade é uma característica dominante,... < 84 / 100 >
Mais uma vez, a inspiração é retirada do baú das recordações, de onde brota uma mescla de Heavy Metal primitivo com legitimo Punk Rock, a qual vai confluindo, de forma crua e pouco polida, para as ancestrais sonoridades Black, reutilizadas em incisivas passagens de ríspida musicalidade.
< 72 / 100 >
Encontramos por aqui passagens vocais que abarcam uma vasta gama de registos enquanto estruturas a roçar o universo Pop vão rasgando paredes de distorção, numa torrente de delirante esquizofrenia. < 86 / 100 >
Um álbum arrancado pela teimosia que, mesmo transcorrido um eterno hiato, soa fresco, diversificado e muito digno de ostentar o nome G N’ R. < 88 / 100 >
Húmidos espectros e ventos cortantes, varrem cada fiorde e escarpa litoral, criando uma sensação de permanente desconforto e gélida melancolia.
< 85 / 100 >
Criando uma atmosfera de evidente solidão e constante carga emocional, os temas fluem de forma frágil mas segura, de onde brotam pormenores de triste acalmia contrastando com a distorção circundante, sob vozes diversas e muito bem estruturadas, vindas do nada.
< 77 / 100 >
Para já apenas disponível em distribuição digital, suporte cada vez mais em voga para promover ideias positivamente arriscadas, este é um trabalho multi-facetado, pintado nas mais diversas texturas e negras ambiencias e de grande qualidade artística. < 86 / 100 >
A nível instrumental a abordagem é vasta, tocando extremos, onde o uso de instrumentos díspares como a cítara e percussão real prevalecem em detrimento do excesso de samples do disco anterior, sendo complementados pelas vocalizações que cobrem uma grande amplitude de registos e pelo valoroso contributo de convidados externos. < 84 / 100 >